Nunca escondi meu desdém pela “culinária anglo-saxônica”. Nigella e Jamie Oliver que me perdoem, mas Fish & Chips e feijão doce com Marshmallow deveriam entrar na mesma categoria culinária do churrasquinho grego por R$1,00 com suco grátis lá do centro de SP. Assim como não é segredo que desisti dos Mexicanos em SP (tá bom, vai, nunca vou conseguir deixar de procurar), toda vez que viajo pros EUA ou pra Londres (o que não tem acontecido com muita freqüência, infelizmente), eu já vou pensando em outros prazeres que a viagem pode proporcionar que não a gastronomia.
Estive, felizmente, em Nova York agora na virada do ano. Resolvi procurar um pouco e preparar um roteiro gastronômico para tentar descobrir se a grande maçã tem algum poder de fogo pra competir com São Paulo. Como a verba era limitada, não deu pra explorar horrores, mas do pouco que vi, ouvi, bebi e comi, posso dizer que tive boas surpresas.
Farei uma série de quatro posts falando sobre as experiências que valeram a pena e devem ficar registradas. Elas contribuem para um dos objetivos deste Blog, que é o registro de detalhes e características que diferenciam alguns lugares de outros. Por isso peço aos prestigiosos freqüentadores do Blog que não me levem a mal por escrever sobre Nova York.
De qualquer jeito, ficam as dicas. Espero que se alguém for pra lá, não se sinta perdido – use-as de ponto de partida.
JLN
Um comentário:
Aeee! Agora estamos internacionais!
Não vale post sobre hamburguer nem hot dog.
Aguardo. MS
Postar um comentário