O melhor salgado de SP, na opinião de peso de um viciado nestas minúsulas maravilhas fritas em óleo, está localizado no Cambuci, na avenida Lins de Vasconcelos. Um bando de japas simpáticos tocam o Yokoyama, uma pastelaria de 35 anos, que faz excepcionais salgadinhos de tipos e sabores variados. O meu uniqueness vai para o bolinho de carne, feito com massa de batata e um recheio levemente temperado... Só de lembrar fico aguado...
Merecem destaque a esfiha de escarola e os pasteis de carne e palmito. Tudo feito na hora, com óleo sempre renovado, acompanhados daqueles sucos tosqueiras, de máquina, perfeitos na combinação "no-low fat" que este post evoca. Quando estou com vontade de chutar o balde, vou até lá, compro uma porrada de salgados para viagem e venho comendo enquanto dirijo para casa, no carro mesmo... Recomendo.
Yokoyama - Avenida Lins de Vasconcelos, 1365 - Cambuci.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Empório, Mercearia ou Restaurante?
O Empório Alto dos Pinheiros tem cara de mercearia sofisticada, mas é na verdade um belo restaurante. Fica numa rua movimentada, com vizinhos famosos (Bráz, Pirajá...), e sem chamar a atenção já conta com uma clientela fiel. Ao primeiro olhar, você não sabe ao certo se está entrando numa padaria daquelas que servem café da manhã. Com um pouco mais de cuidado percebe que não há pães. E quando deixa de olhar para as prateleiras cheias de produtos importados, daqueles difíceis de se encontrar no super mercado comum, percebe as mesas espalhadas por todo lado.
Uma bela surpresa para o Sábado, fui lá despretensiosamente, sem esperar muito. Saí muito, muito feliz. A comida é sofisticada, mas em boa quantidade. Experimentei o picadinho (ponta de faca, arroz, ovo poché e farofa), lugar comum, mas feito com capricho e deliciosamente saboroso. Também experimentei os cubos de filet mignon ao molho puxado no vinho com gnochis de semolina gratinados com parmesão - nem preciso dizer mais nada. Na nossa mesa ainda foi pedido um filet ao chimichurri que já está em primeiro na lista da minha próxima visita.
E além de tudo isso eles contam com uma excelente carta de cervejas artesanais nacionais. Tem desde cerveja de Ribeirão Pires, passando por Ribeirão Preto, Blumenau e Porto Alegre dentre outras. Muito bom, dá vontade de experimentar todas.
E por fim, ainda dá pra encomendar comida lá e levar pra casa pra um almoço ou jantar especial. E também eu preciso adquirir o saudável hábito de fotografar a fachada dos restaurantes agora que eu dei um up no celular...
JLN
Empório Alto dos Pinheiros - Rua Vupabussu, 305 - Alto de Pinheiros
Uma bela surpresa para o Sábado, fui lá despretensiosamente, sem esperar muito. Saí muito, muito feliz. A comida é sofisticada, mas em boa quantidade. Experimentei o picadinho (ponta de faca, arroz, ovo poché e farofa), lugar comum, mas feito com capricho e deliciosamente saboroso. Também experimentei os cubos de filet mignon ao molho puxado no vinho com gnochis de semolina gratinados com parmesão - nem preciso dizer mais nada. Na nossa mesa ainda foi pedido um filet ao chimichurri que já está em primeiro na lista da minha próxima visita.
E além de tudo isso eles contam com uma excelente carta de cervejas artesanais nacionais. Tem desde cerveja de Ribeirão Pires, passando por Ribeirão Preto, Blumenau e Porto Alegre dentre outras. Muito bom, dá vontade de experimentar todas.
E por fim, ainda dá pra encomendar comida lá e levar pra casa pra um almoço ou jantar especial. E também eu preciso adquirir o saudável hábito de fotografar a fachada dos restaurantes agora que eu dei um up no celular...
JLN
Empório Alto dos Pinheiros - Rua Vupabussu, 305 - Alto de Pinheiros
Las Papas Quiméricas
Seguindo a fase Porteña do nosso Blog, não é novidade que nos últimos anos São Paulo descobriu com vigor uma de suas vizinhas de continente... Ou será que foi Buenos Aires que descobriu São Paulo? O fato é que hoje compartilhamos tanto, que se tornou fácil comer um bom bife de chorizo ou um alfajor Havana. Bom pra todo mundo, já que ambos são maravilhosamente deliciosos.
Foi outro dia que conheci um pequeno restaurante chamado O Bárbaro e, junto com ele, uma combinação de carnes maravilhosamente bem preparadas com uma alternativa às "papas fritas" ou ao "puré de papas". Chama-se "Papas Quiméricas" - uma massa de batatas em formato redondo, gratinada com queijo parmesão e recheada com requeijão e gorgonzola. Recomendo. A opção de carne, nas duas vezes que fui lá, foi o Bombom (um tipo de filet mignon com sabor puxado para o contra filet feito na brasa - de babar). Mas eles contam com toda a tradicional "carta de carnes argentina".
JLN
O Bárbaro Restaurante - Rua Doutor Sodré, 241A
Foi outro dia que conheci um pequeno restaurante chamado O Bárbaro e, junto com ele, uma combinação de carnes maravilhosamente bem preparadas com uma alternativa às "papas fritas" ou ao "puré de papas". Chama-se "Papas Quiméricas" - uma massa de batatas em formato redondo, gratinada com queijo parmesão e recheada com requeijão e gorgonzola. Recomendo. A opção de carne, nas duas vezes que fui lá, foi o Bombom (um tipo de filet mignon com sabor puxado para o contra filet feito na brasa - de babar). Mas eles contam com toda a tradicional "carta de carnes argentina".
JLN
O Bárbaro Restaurante - Rua Doutor Sodré, 241A
sábado, 6 de dezembro de 2008
Não fui e não gostei - Espuma??
Eu poderia fazer uma sequência longa de posts "Não fui e não gostei" dos restaurantes da rua Amauri. Na minha humilde opinião, muito mais pra fazer um social do que pra comer - a impressão que eu tenho é que quem vai lá, não gosta realmente de comer. Mas infelizmente, em alguns deles, já tive que colocar os pés, afinal, vira e mexe alguém resolve comemorar o aniversário lá, ou algo do tipo.
Acho que o que me incomoda mais lá é o fato de estar repleto de estabelecimentos que, para compensarem a falta de talento, ou de paciência, têm como sócios figurinhas carimbadas das colunas sociais. Eles chamam os amigos, outras figurinhas carimbadas das colunas e, logo, tem um monte de gente indo lá querendo virar figurinha carimbada e pouco se importando se a comida é boa ou ruim.
Mas tudo bem, enquanto eles ficam fechadinhos lá, não estão atrapalhando ninguém, vai quem quer. O problema é quando eles começam a querer se espalhar pela cidade, ainda que perto de lá... Pois bem, li sobre um restaurante novo, chamado Maní. O autor do texto começava falando sobre a qualidade dos chefs e coisas do tipo, o que não necessariamente significaria algo ruim, até o momento em que citou o João Paulo Diniz (praticamente o dono da rua Amauri) como sócio e, pasmem, a Fernanda Lima! Bom, não vou me alongar muito mais, mas catsso, o que a figura entende de comida?? Se fosse um restaurante de alface, vá lá... E ir a um restaurante cujos donos não são absolutos amantes da arte de cozinhar ou de servir, tô fora!
Só pra finalizar, o texto ainda falava um pouco dos pratos, com releituras de coisas tradicionais pela cozinha desconstrutivista... Espuma de tucupi? Faça-me o favor!
Não fui e não gostei!
JLN
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Não fui e não gostei

Proponho aqui mais um espaço de reflexão neste pretenso blog. Desta feita, não vale escrever do que se experimentou, com gosto ou desgosto, recomendando ou rejeitando. O alvo aqui é re-percutir (variante repercussão, percussão; como bater em bumbo - ou, em tradução livre, em quem a gente quiser bater) o que se publica, fala ou propagandeia neste mundo de meu deus, tão cheio de experts, guides, prizes & inaugurações gastronômicas.
Inauguro o "não fui e não gostei" com um evento ilustrativo e atual, para dar o clima.
Não fui e não gostei da Semana Mesa SP. Desembarcaram por aqui os pelés da gastronomia contemporânea, como Ferran Adriá e mais 16 chefes espanhois igualmente estrelados. Fizeram palestras, discutiram o futuro da gastronomia, deram até uma lambuja para o Alex Atala, único brasileiro subir na mesma onda que os demais convidados. E cozinharam para poucos. Inventaram o tal Jantar do Século, com 19 pratos especialmente criados pelos fodões para uma única noite inesquecível. Leiloaram os convites, com lance inicial de 5 mil pratas por cabeça. Lotou. Vai sifu! Eu não fui e não gostei.
Perdi a oportunidade de comer espuma de abóbora com microlascas de alface congelada em hidrogênio líquido e mais uma infinidade de BOBAGENS que pouco têm a acrescentar ao prazer de se comer bem.
Semana que vem eu detono o Jun Sakamoto e seu sushi de ouro. Aliás, vou detonar a gastronomia japonesa - para mim, uma contradição em termos.
Por fim, seria ótimo ser contestado neste espaço. Criar polêmica traz vigor ao cotidiano.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Buenos Aires é aqui

Tem um restaurante muito simpático em Embu das Artes, a pouco minutos de SP, especializado em cozinha argentina. Leia-se parrilladas & congêneres. É o Bar Buenos Aires.
O lugar é simpático, o atendimento é fora-de-série. O cardápio é simples, mas cheio de surpresas que se renovam a cada semana. Volta e meia eles oferecem pratos típicos argentinos, como o Locro e a alguma variante do matambre portenho, e convidam os clientes a uma viagem gastronômica muito bem executada.
No cardápio do dia-a-dia, prevalecem as carnes com cortes especiais, como os tradicionalíssimos bifes de chorizo e ancho, acompanhados de saladas variadas e de uma batata a provençal (Unq) de tirar o chapéu. A carta de vinhos é pequena, mas honesta. E as sobremesas são especiais, feitas pela chef Laurane Cerullo, expert no assunto.
Na outra ponta da cozinha está Hugo Ibarzábal, chef argentino que trouxe a receita das boas empanadas para o Brasil e tornou-se conhecido no Martin Fierro, da Vila Madalena, de onde saiu para abrir o seu Buenos Aires do Embu. No atendimento, ao lado do Hugo, está a simpatissíssima Alejandra, que pilota as mesas e recebe as pessoas com maestria (na foto do post, ela e o Hugo "acolhem" meu filho Guilherme, que já aprovou o bife ancho da casa)
As empanadas do Hugo são outro ponto fora da curva deste restaurante. Esta crítica eu deixo para o João de Lorenzo, que complementa e fecha este post.
Foi no Chile meu primeiro contato com as empanadas. Experimentei e me apaixonei pela Empanada de Pino, como eles chamam por lá. Massa fininha, assada no forno de pedra com recheio de carne em ponta de faca, um molho puxado na própria carne bem grosso com cebolas, temperos verdes, azeitona e ovo. Uma delícia!!
Mas desde que se iniciou meu contato com os Argentinos, ouço dizerem que eles fazem as melhores empanadas (até aí, ouço também que eles têm o melhor futebol, o que é claramente uma "inverdade"). Até conhecer este pequeno restaurante do Embu, ainda tinha saudades das Empanadas Chilenas... Não passo mais vontade, muito pelo contrário, fora todas as delícias já citadas pelo Soderi, a Empanada do Bar Buenos Aires (Unq) sozinha já vale a visita.
Bar Buenos Aires - Rua da Matriz, 62 - Embu das Artes - SP (http://www.restaurantebarbuenosaires.com.br) - UR=2
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Os Tomates do Vesúvio
Quando essa pizzaria apareceu em SP foi um frisson... A Veridiana era o lugar pra ver e ser visto, o que me manteve bem longe de lá. Por muita insistência de amigos, fui num Domingo e conforme previsto, me arrependi. Tinham um sistema de espera horrível, para cada tamanho de mesa (2, 4, 6 lugares) eles tinham uma recepcionista. Aí uma ficava competindo com a outra e ninguém com mais de 4 pessoas sentava. Resultado, fiquei quase 2 horas e meia em pé, sendo visto. Quase risquei definitivamente do meu mapa.Passado o frenesi e com outro endereço da mesma casa, agora posso recomendar. Mas recomendo por um sabor de pizza específico. Chama-se "Campeoníssima" (Unq), massa média (a da casa), bastante molho de tomate, ricota fresca e bem molhadinha e vários tomates cereja que, segundo indica o cardápio, vêm da região do Vesúvio na Itália... Se eles vêm mesmo de lá ou não, não dá pra dizer, temos que acreditar, mas o fato é que o sabor da pizza é diferente, fica com um fundo azedinho, uma delícia! Vale várias visitas.
Ainda em tempo, a carta de vinhos parece ser muito boa e o Chopp é excelente. Brahma bem gelado com pouquíssimas manifestações de carbono (nossa, falei difícil que as bolhinhas são bem pequenininhas) e colarinho bem cremoso. Leve.
JLN
Veridiana - Rua Dona Veridiana, 661, Higienópolis e Rua José Maria Lisboa, 493, Jardins - UR=1
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Fumacê do bom

Tem um cara lá em Pinheiros que montou uma casa fora do convencional. A especialidade do Smoky Jô é o defumado. Ele defuma tudo - e fica bom pracacete. Chuleta, lombinho, picanha, linguiças, hambúrgueres e até arroz. Tudo defumado. Você pede uma carne, uma cerveja gelada (uma Nortenha, de 750 ml...) e se diverte.
O dono, o tal Jô, é uma figura ímpar, com sua cara de Papai Noel e bom papo. Tem duas ou três coisas que me chamaram a atençao no cardápio e que se confirmaram muito boas: a costelinha de porco e o arroz com salada de cebola. Apimentado no ponto, carne desmanchando do osso (com aquele gosto de defumado...). Vale a visita.
Smoky Joe - Rua Mourato Coelho, 25 - Pinheiros
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Hiper Inflação
A vida toda eu nunca fiz o tipo de economia que, na minha opinião, é a mais burra que se pode fazer: economizar comigo... Nunca dispensei as saídas nos finais de semana pra comer bem ou os ingredientes pra preparar um bom risotto ou um mega churrasco. Mas pela primeira vez na vida me vi obrigado a pelo menos pensar nisso! Há dois finais de semana me assutei! Parece que de uma hora para outra, assim, sem explicação (na verdade explicação há), os donos de restaurantes resolveram fazer parte da Haute Cuisine, pelo menos nos preços! Qualquer risotinho de açafrão agora custa mais de R$50,00!!
Um final de semana que fez um estrago:
Sexta Feira - Ráscal - Jantar pra dois, R$120,00 sem sobremesa!
Sábado - Almoço com amigos, meia dúzia de chopps + petiscos + filet à parmigiana no Genésio, R$80,00 por cabeça. Jantar no Jardim Aurélia (pizzaria honesta na pizza, aniversário de uma amiga) - R$110,00 pra dois sem nada extraordinário (não bebemos muito, não comemos muito).
Domingo - Estava me sentindo pobre, desisti de sair!
Agora me vejo obrigado a tomar o maior cuidado para planejar o final de semana. Será que todo mundo (menos eu) está ganhando muito mais ou vocês se sentem como eu?
JLN
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
"Não dá pra repetir" - Feijoada é coisa séria
Não dá pra ficar brincando com uma instituição da legítima culinária nacional. Nem vou ao extremo de comentar absurdos como feijoada de frango, feijoada light e outras invencionices de pouco sentido. O fato é que sábado é o dia mundial da feijuca e não tem restaurante de SP que ignore o prato no seu dia oficial. Nesta onda, o que inventaram tempos atrás - e pegou, ao que parece - é o buffet de feijoada, onde os pertences são servidos higienicamente separados em cumbucas de barro, mantidas aquecidas por fogareiros à álcool.
Aí começa o problema. Feijoada, pra mim, é aquela feita na véspera, cujo feijão preto (ainda é a estrela do prato, certo?) é cozido junto com os pertences do porco. Tudo servido junto, numa cumbuquinha generosa, curtida no tempero, aquecida no forno antes de ser colocada à mesa. Na hora em que os pertences são preparados e servidos separadamente (alguém aqui acredita que eles façam tudo junto e depois separem na raça?), a feijoada perde o sabor. E não tem conversa. Pode falar que melhor feijoada de SP é a do Rubayat, preparada e servida desta forma, mas eu sou TFP (Tradição da Feijoada Paulista). Por isso, assino embaixo da Feijoada do Bolinha, já postada neste blog.
Bom, indo ao ponto. Me meti a ir ao Churrasco´s (ok, ok, a troco de que fui a um resturante com esse nome e pedi feijoada...) e comi uma das feijucas mais insossas que já experimentei na vida. Servida separadamente em sistema de buffet, tinha gosto de isopor. Pra completar, custou caro (120 paus para duas pessoas, sem couvert e sem bebida alcoólica). Mas essa questão do preço dos nossos resturantes eu deixo para o comentário do João de Lorenzo, que já tem opinião formada sobre o tema. Não dá pra repetir...
Aí começa o problema. Feijoada, pra mim, é aquela feita na véspera, cujo feijão preto (ainda é a estrela do prato, certo?) é cozido junto com os pertences do porco. Tudo servido junto, numa cumbuquinha generosa, curtida no tempero, aquecida no forno antes de ser colocada à mesa. Na hora em que os pertences são preparados e servidos separadamente (alguém aqui acredita que eles façam tudo junto e depois separem na raça?), a feijoada perde o sabor. E não tem conversa. Pode falar que melhor feijoada de SP é a do Rubayat, preparada e servida desta forma, mas eu sou TFP (Tradição da Feijoada Paulista). Por isso, assino embaixo da Feijoada do Bolinha, já postada neste blog.
Bom, indo ao ponto. Me meti a ir ao Churrasco´s (ok, ok, a troco de que fui a um resturante com esse nome e pedi feijoada...) e comi uma das feijucas mais insossas que já experimentei na vida. Servida separadamente em sistema de buffet, tinha gosto de isopor. Pra completar, custou caro (120 paus para duas pessoas, sem couvert e sem bebida alcoólica). Mas essa questão do preço dos nossos resturantes eu deixo para o comentário do João de Lorenzo, que já tem opinião formada sobre o tema. Não dá pra repetir...
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